Name: Recifes e rodolitos
Display Field: ambiente
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Description: Foram agrupados nesse arquivo as feições referentes aos diferentes ecossistemas marinhos importantes para a manutenção da biodiversidade das zonas costeira e marinha do Brasil, que foram definidos como alvos de conservação pelos participantes da Oficina de Alvos e Metas realizada em Brasília, em 2014 e complementados com sugestões de outros ecossistemas pela equipe do projeto. São eles: costões rochosos, recifes rasos, recifes mesofóticos, recifes profundos, bancos de rodolitos e bancos de esponjas.Costões rochosos:base de dados do Índice de Sensibilidade do Litoral (ISL) do MAREM (Witt Obrien’s/IBAMA/IBP, 2015). Foram selecionadas as feições referentes às classes de costão rochoso (correspondentes ao ISL 1,2 e 8). Em seguida, com apoio das imagens do Basemap do ArcGIS e a partir de interpretação visual, foram selecionados os segmentos de linha correspondentes às classes de costão rochoso (correspondentes ao ISL 1,2 e 8) e foram removidos aqueles que correspondiam às outras classes, também agrupadas nesses valores de ISL mencionados, tais como: terraços, falésias, e estruturas artificiais, permanecendo somente aquelas correspondentes aos costões rochosos. Foi gerado um buffer de 10 metros a partir desses segmentos de linhas para modelar a área potencial desse ecossistema, e em seguida foi excluída (recortada) a porção terrestre do buffer (interna à linha de costa).Recifes rasos: base de dados MMA (2006) cedida pela equipe do DECO-MMA. Foi realizado um refinamento desse dado que apresentava erros que precisaram ser corrigidos, tais como feições de recifes em áreas terrestres bem internas, inclusive se sobrepondo às áreas de rios e manguezais, e recifes ocupando toda a porção de ilhas como Fernando de Noronha.Recifes mesofóticos: foram utilizadas três base de dados para representar esse ecossistema; a base gerada no estudo Moura, R.L. et al.,(2013) para a região de Abrolhos, cedido pelo especialista João Batista Teixeira (UFES/Aqua Ambiental); a base gerada no estudo Moura, R.L. et al, (2016) para a região da Foz do Amazonas, cedida pela especialista Camila Thomaz (Greenpeace)e a base gerada no estudo Soares, M.O. et al. (2018) para todo o Brasil, cedida pelo especialista Marcelo Soares (UFC).Essa última é uma base de feições de pontos que representam locais de ocorrência de recifes de corais. Os pontos foram extrapolados para as Unidades de Planejamento (UPs) que coincidiam de forma a modelar a área potencial desse ecossistema e em seguida foi feito um divisão na profundidade de 200 metros para separar as áreas de ocorrência de recifes mesofóticos (até 200 metros) dos recifes profundos (a cima de 200 metros).Recifes profundos: foram utilizadas duas base de dados para representar esse ecossistema: a base gerada no estudo Soares, M.O. et al., (2018) para todo o Brasil, cedida pelo especialista Marcelo Soares (UFC) e a base gerada pela equipe do projeto (CI/WWF/MMA, 2018) pela plotagem de pontos de ocorrências de corais a partir de vários estudos. Ambas bases de dados apresentavam feições de pontos que representam locais de ocorrência de recifes de corais. Os pontos foram extrapolados para as Unidades de Planejamento (UPs) que coincidiam de forma a modelar a área potencial desse ecossistema e em seguida foi feito um divisão na profundidade de 200 metros para separar as áreas de ocorrência de recifes mesofóticos (até 200 metros) dos recifes profundos (a cima de 200 metros).Bancos de rodolitos: foram utilizadas duas base de dados para representar esse ecossistema; a base gerada no estudo Moura, R.L. et al., (2013) para a região de Abrolhos, cedido pelo especialista João Batista Teixeira (UFES/Aqua Ambiental); a base gerada no estudo Moura, R.L. et al, (2016) para a região da Foz do Amazonas, cedida pela especialista Camila Thomaz (Greenpeace)e base gerada pela equipe do projeto (CI/WWF/MMA, 2018) pela plotagem dos pontos de ocorrências de espécies de rodolitos a partir de vários estudos, compilados e sistematizados em uma planilha excel pelo especialista Alexandre Vilas Boas (IEAPM-RJ). Os pontos foram extrapolados para as Unidades de Planejamento (UPs) que coincidiam de forma a modelar a área potencial desse ecossistema.Bancos de esponjas: foram utilizadas dados de Moura, R.L. et al., An extensive reef system at the Amazon River mouth. Science Advances (2016), cedido pela CAmila Thomaz (Greenpeace)Em sua tabela de atributos são apresentadas: ambiente: ecossistemas definidos como alvos de conservaçãometa: valores das metas dos alvos de conservação definidas pelos pesquisadores participantes da Oficina de Alvos e MetasJust_Alvo: justificativa para considerar o ecossistema como alvo de conservaçãofonte: fonte dos dadosjust_Meta: critérios usados para definir os valores das metas dos alvos de conservaçãoref_metodo: método utilizado na preparação dos dados
Service Item Id: fa6c53028cbb42e0be8309b1db4321ed
Copyright Text: Conservação Internacional (CI - Brasil) / World Wide Fund for Nature (WWF - Brasil) / Ministério do Meio Ambiente (MMA), extraído/adaptado/vetorizado a partir de:
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- Soares, M.O. et al, 2017. The forgotten reefs: benthic assemblage coverage on a sandstone reef (Tropical South-western Atlantic);
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- Moura, R.L. et al., 2013. Spatial patterns of benthic megahabitats and conservation planning in the Abrolhos Bank. Continental Shelf Research v. 70: 109-117. https://doi.org/10.1016/j.csr.2013.04.036;
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- Moura, R.L. et al., 2016. An extensive reef system at the Amazon River mouth. Science Advances.
Ano de Produção: 2018
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